A Freira – de Santa a Puta!

Eu ainda sentia o gosto da porra do padre na minha boca quando adormeci, acordei queimando, me sentindo uma vadia, oque tínhamos feito era um pecado, apesar dele vir com a conversa que queria tirar aquilo de dentro de mim, eu sabia que ele tinha se aproveitado e na verdade, apesar do sentimento de culpa ter sido grande, o prazer que senti em deixar aquilo acontecer foi muito maior e eu queria mais, queria sentir seu pau dentro de mim, queria sentir tudo que uma mulher pode. Na noite seguinte o padre voltou ao meu “quarto”, fez da mesma forma, me pediu para contar como tinha sido, oque tinha sentido, se tinha gostado, deixa-lo me guiar dessa forma me dava prazer também.

– Padre, fico feliz que esteja aqui novamente, foi muito bom receber seu leite sagrado.

– Sagrado? Ah sim filha, vamos purificar você de dentro para fora.

Ele se levantou, o pau já estava duro, sentada na frente dele, ergui a batina e abocanhei ele novamente, mamava loucamente, minha buceta escorria, queria sentir mais do que o gosto dele, mas ainda não podia. Ele agarrava meu rosto, eu toda vestida, minha túnica impecável deixava apenas meu rosto de fora.

– Sua pecadora, impura, vamos te libertar desses desejos.

– Sim padre, simmm, me da mais do seu leite sagrado, quero ficar limpa por dentro.

De repente … PAHHHH … ele me deu um tapa no rosto, nada muito forte, mas o suficiente para tirar minha túnica do lugar. Me senti chocada.

– Você merece punição, merece castigo, tudo para purifica-la.

Aquele tapa, naquele momento, foi, foi… cheio de prazer, a dor, a submissão me encheram de prazer, não sabia que podia gostar daquilo.

– Padre, o fogo dentro de mim, acho que preciso que o senhor coloque seu leite bendito dentro de mim.

– Engole tudo filha..

Ele segurou minha cabeça e empurrou seu cacete lá no fundo da minha garganta.

– ARGHHHH

– Toma .. TOMAAAA.. AAHHHHHHH

Ele fodia minha boca como se fosse uma buceta… forte e fundo, suas bolas batiam no meu queixo, meu nariz na sua púbis.

– Bebe tudo filha.. BEBE TUDOOOOO .. AHHHHHHH URHHHHHHHHHHHHHHHH

– HUMMMMMMMM… URGGHHHH

O Jato foi direto na minha garganta, engoli tudo, engasguei, quando ele tirou da minha boca, meus olhos estavam cheios de lagrima, a baba escorria da minha boa encima da minha roupa, minha túnica impecável esta toda torta.

– Agora vamos expulsar esse desejo de dentro de você pecadora.

Me empurrou na cama, agora ele era mais bruto, ergueu minha roupa, arrancou minha calcinha com força, rasgando uma parte e enfiou a cara entre as minhas pernas.

– Olha como você esta toda melada de desejo.

Começou a lamber, meter a língua dentro, eu queria mais do que a língua dele, mas era demais aquela boca quente, a força com que ele sugava os lábios, meu clitóris, uma de suas mãos agarrava minha bunda e chegava a me erguer da cama, de repente ele lambeu o dedo , passou pela minha bunda e enfiou no meu cu.

– AHHHHHHH

Chupava e fodia meu cuzinho com o dedo.

– Aiiii padreee.. AAAAHHHH.. isso.. quero tudo.. quero tudo dentro de mim padre.

Tirou o dedo e voltou com 2.. fodendo com força.. eu já não aguentava mais.. estava alucinada com a brutalidade e com o prazer que estava sentido, a mão que agarrava minha bunda soltou e voltou com um tapa delicioso na minha nádega.

– AI vou gozarrr. padre.. vou gooo.. AHHHHHHHHH AHHHHHHHHHHHHHHHHH HUHHHHHHHHHH

Agarrei sua cabeça, seus cabelos e puxei forte… gozando naquela boca, sentia minha buceta jorrar prazer na boca dele… que saiu lambuzado entre minha pernas. os 2 dias seguintes foram sem ele aparecer, fiquei imaginando se não tinham nos ouvido, mas apesar da intensidade das coisas tentávamos controlar os barulhos. Então ele apareceu outa vez, abriu a porta, me chamou e disse que íamos a outro lugar, descemos nas áreas mais profundas do convento, algo parecido com uma antiga senzala, sem janelas ou ventilação externa, o cheiro de umidade era forte, mesas e peças me madeira antiga por todo lado. Me levou até um canto que parecia já estar preparado, tirou um lençol e havia um tipo de arado antigo, mandou eu tirar a calcinha, me virou me debruçando sobre ele, foi do outro lado e amarrou minhas mãos e minha cintura.

– Oque é isso padre?

Ele não disse nada, voltou atrás de mim, ergueu minha roupa até o meio das minhas costas, eu estava praticamente de 4, ele agarrou minha bunda e apertou forte, abriu e meteu a boca na minha buceta lambendo até chegar no meu cuzinho que piscava na sua língua, ela metia a língua com vontade dentro dele, eu sentia sua baba escorrendo até a minha buceta.

– Aqui você pode gritar a vontade que ninguém vai ouvir, hoje vamos expulsar tudo que esta preso dentro de você.. vou te purificar.

Veio na frente, segurou minha cabeça erguendo um pouco e colocou seu pau na minha boca, sua batina que estava erguida acima da cintura, segurava minha cabeça e fodia minha boca com violência, socando no fundo da minha garganta… eu babava e engasgava, quando senti que ele estava quase gozando, parou, deu a volta e foi atrás de mim de novo, passou os dedos na minha buceta, sem enfiar, afinal eu era virgem ainda da buceta. Lambeu e cuspiu no meu cú. Passou a cabeça do pau.

– Padre, o senhor não vai me…. AHHHHHHH

Enfiou seu cacete sem aviso dentro do meu rabo, a dor era forte, mas ele não parava, socava forte, cada vez mais fundo, até eu sentir suas bolas batendo na minha buceta, a dor foi se misturando com o prazer.

– AHHHH padre… Aiiiiiii..

– Cala a boca pecadora, não é isso que você queria? expurgar seus pecados, geme, grita, faz oque quiser agora.

Amarrada eu não conseguia fazer nada, além de ficar a mercê dele, que metia sem dó nem piedade.

– AHHHHH… isso padre. mete esse cacete.. ahhhhhh

– Sua vagabunda.. puta dos infernos.

Eu gemia, gritava e grunhinha com ele fodendo meu cú, seus tapas na minha bunda eram fortes, ele agarrava meu pescoço, parecia possuído. Então ele tirou de dentro de mim, e começou a passar na portinha da minha buceta, ela estava completamente melecada do meu mel, o tesão, junto com a dor me deixava explodindo de tesão, ele pincelou a cabeça algumas vezes, como se estivesse lubrificando ele, e foi forçando devagar, a dor era forte, mas eu queria ele dentro de mim, queria me tornar mulher por inteiro.

– Aiii padre… aiiiiiiiiii…hummmmm

– Sua puta, vadia, tudo que você queria vai ter agora, vou encher seu interior com meu leite e te deixar pura novamente.

– AHHHHHHHHHHHHHHHH

A cabeça entrou, senti algo rasgando, o sangue escorreu e ele começou a estocar cada vez mais rápido… mais e mais.. um tapa na minha bunda de vez enquanto, ele grunhia junto comigo.

– Agora sua vagabunda… toma.. toma..

Senti seu pau inchar dentro de mim e um jato quente me encheu e eu gozei junto com ele.

– Filho da putaaaaAHHHHHHHH padreeeee.. HUUHHHHHHHHH

Sentia sua porra escorrer nas minhas pernas enquanto ele ainda dava estocadas mais curtas, quando acabou, me soltou e mandou eu limpar seu pau com a boca.. lamber tudo e deixa-lo limpinho. Nas minhas pernas havia sangue e porra.

– Agora você esta pronta para voltar ao mundo.

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