Feijão envenenado: após reclamação, madrasta apagou luz e serviu mais

No dia em que envenenou o enteado Bruno Cabral, de 16 anos, Cíntia Mariano chegou a apagar as luzes e servir mais do alimento para o jovem, que teria reclamado do gosto amargo e visto pedrinhas azuis no alimento. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Flávio Rodrigues, titular da 33ª DP (Realengo), a postura da indiciada chamou a atenção da polícia.

“Como isso vai passar despercebido? Quem de nós faria isso em nossa casa se reclamássemos do gosto amargo da comida?”, indagou o delegado nesta quinta-feira, 7, durante entrevista coletiva.

Segundo Rodrigues, após um dos filhos de Cíntia dizer que ela também teria envenenado outro enteado, um ex-namorado e um ex-vizinho, foi realizada uma investigação na casa em que ela morava, em Padre Miguel, na zona oeste da Rio.

“Encontramos um frasco de veneno de pulga em uma prateleira junto ao fogão. Quem guarda isso na prateleira de um fogão?”, questionou.

Bruno ficou internado de 15 a 18 de maio, no Hospital Municipal Albert Schweitzer, também na zona oeste da cidade, por conta de uma intoxicação exógena. Segundo Rodrigues, foram feitos quatro exames no jovem para confirmar a presença de raticida, popularmente conhecido como “chumbinho”.

Com informações do Metrópoles

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