Mãe mata filha de 3 anos asfixiada e agride outro filho com pedaço de espelho no MT

Uma mulher de 34 anos foi presa na madrugada desta terça-feira (12) suspeita de matar asfixiada a filha de 3 anos e ter agredido outro filho de 15 anos com pedaços de um espelho em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, no MT.

O crime ocorreu na casa dos avós das vítimas, onde todos passavam alguns dias. Clélida Silva de Almeida foi presa em flagrante pela Polícia Civil.

Uma mulher de 34 anos foi presa na madrugada desta terça-feira (12) suspeita de matar asfixiada a filha de 3 anos e ter agredido outro filho de 15 anos com pedaços de um espelho em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, no MT.

O crime ocorreu na casa dos avós das vítimas, onde todos passavam alguns dias. Clélida Silva de Almeida foi presa em flagrante pela Polícia Civil

Conforme informações de familiares, a mulher já vinha apresentando alguns problemas psiquiátricos, e passaria por consulta médica.

De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais militares foram chamados para atender a denúncia de que duas crianças estavam sendo agredidas pela mãe.

Quando chegaram ao endereço, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já estava no local.

Os socorristas informaram a morte de uma menina de 3 anos. Ela foi asfixiada por um travesseiro. Um menor de 16 anos foi ferido e tinha um corte no pescoço. Aparentemente o ferimento foi provocado por um pedaço de espelho.

A avó das crianças informou que ouviu um barulho e pediu pra Clélia abrir a porta do quarto, de acordo com ela, foi preciso fazer força porque a suspeita havia empurrado um guarda-roupa para segurar a porta.

Neste momento, o filho mais velho começou a gritar por socorro e estava ensanguentado na cama e a mãe estava com dois pedaços de espelho na mão.

A avó foi verificar a neta de 3 anos em outra cama e viu que ela já estava morta.

Segundo a Polícia Técnica, a possível causa da morte foi asfixia. O adolescente foi socorrido e passa bem.

A mãe do adolescente e da menina de 3 anos foi presa em flagrante e está na Delegacia de Rondonópolis. A Polícia Civil vai investigar o caso.

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